LUIZ GAMA

NA PEQUENA ÁFRICA

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Rio de Janeiro  I  RJ  I  Brasil

 

LUIZ GAMA

Espetáculo: Luiz Gama - Uma voz pela liberdade

Elenco: Deo Garcez e Soraia Arnoni

Dramaturgia: Deo Garcez

Direção Teatral: Ricardo Torres

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O espetáculo LUIZ GAMA - Uma voz pela liberdade

acompanha você pelo circuito turístico, histórico e cultural conhecido como Pequena África, no coração do Rio de Janeiro. Nesse encontro, o Teatro e o Turismo se unem para refletir sobre as origens da africanidade carioca, entrelaçadas pelas histórias de Luiz Gama e Luísa Mahin.

Deo Garcez
 

PEQUENA ÁFRICA

O historiador Gabriel Siqueira  e o espetáculo LUIZ GAMA - Uma voz pela liberdade convidam a caminhar por diferentes cenários que compõem a Pequena África, apresentando um olhar afrorreferenciado para a história do nosso país.

A Pequena África era região em torno do cais do Valongo onde desembarcou, entre 1774 e 1831, cerca de dois milhões de africanos, segundo pesquisa no banco de dados criado pela Universidade de Emory, em Atlanta, que seriam escravizados no Rio de Janeiro e arredores, região na qual passaria a viver grande parte dos negros forros ou livres, formando comunidades quilombolas.

Criado pelo sambista Heitor dos Prazeres, termo Pequena África hoje se refere a área composta pelos bairros da Saúde, Gamboa, Estácio, Centro e Santo Cristo, desde a Praça Mauá até a Cidade Nova, na região portuária do Rio de Janeiro.

A Pequena África marcava a existência de diversos locais que definiam o espaço como território de influência africana, com casas de Zungu (Angu), as rodas de capoeira e samba na Pedra do Sal e o candomblé da Tia Ciata, na Praça Onze.

 

A proposta do Projeto LUIZ GAMA na Pequena África é trazer o encontro da arte teatral com o turismo, resgatando e ressaltando a história africana da cidade, ainda desconhecida por muitos, dando voz e vez para que o patrimônio dessa representativa região seja protegido.

 
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EXPOSIÇÃO

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CIRCUITO 

Conheça o Circuito Turístico da Pequena África no Rio de Janeiro e caminhe pela rica história cultural africana de nossa cidade. Procure um Guia credenciado, com Cadastur, e faça um bom passeio!

LARGO DE SÃO FRANCISCO DA PRAINHA - O Largo de São Francisco da Prainha, ou Largo da Prainha, situa-se no bairro da Saúde, Zona Central do Rio de Janeiro, no sopé do Morro da Conceição. Antes da construção do Porto, havia no local uma pequena praia que se estendia até onde hoje é a Praça Mauá. Devido aos sucessivos aterros ela desapareceu. Largo da Prainha historicamente é um reduto natural de moradia de ex-escravizados.

PEDRA DO SAL - A área da Pedra do Sal é marcada historicamente em seus degraus pelo trabalho negro no porto. É reconhecida como território quilombola e se mantém como o mais antigo bairro negro continuamente habitado do país. Ainda hoje, festas e rodas de samba celebram a herança cultural africana na região.

CAIS DO VALONGO E DA IMPERATRIZ - O Cais do Valongo foi substituído pelo Cais da Imperatriz no século XIX, uma tentativa de apagar o antigo porto da história nacional. Segundo pesquisas historiográficas recentes, passaram por ele cerca de dois milhões de africanos, antes de seu nome ser trocado para receber a futura imperatriz, Tereza Cristina, que chegaria ao Brasil para o casamento com D. Pedro II, em 1843. Declarado Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), o Cais do Valongo foi o principal porto de entrada de africanos escravizados no Brasil e nas Américas.

CEMITÉRIO DOS PRETOS NOVOS - O cemitério destinava-se ao sepultamento dos pretos novos, isto é, dos escravizados que morriam após a entrada dos navios na Baía de Guanabara ou imediatamente depois do desembarque, antes de serem vendidos. Ele funcionou de 1772 a 1830, na atual Rua Pedro Ernesto, antiga Rua do Cemitério da Igreja de Santa Rita, chegando a ter mais de cinquenta mil sepultamentos. É o único sítio arqueológico de cemitério de escravizados preservado no continente americano.  

MORRO DA CONCEIÇÃO - O Morro da Conceição é de uma simpatia só. Junto com o Morro de São Bento, dividia o Centro da cidade do território da Pequena África. Possui ruas residenciais tranquilas com nomes fofos, como: rua do Jogo da Bola. Além disso, possui ateliês de artistas locais e vistas privilegiadas do Centro, Baía de Guanabara e do Morro da Providência, onde fica a primeira favela do Brasil.

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CONTATO

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Este projeto é apresentado pelo Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro e produzido pela Nova Criativa Social, através da Lei Aldir Blanc.